Sempre as mesmas pessoas desinteressantes, a mesma conversa tola.
Eu me sentia como se estivesse em um grande precipício, sem ninguém para me segurar. Ninguém que se importasse ou que percebesse.
O único silêncio que perturba é aquele que fala. E fala alto. É quando ninguém bate à nossa porta, não há recados na secretária eletrônica e mesmo assim você entende a mensagem.
Ela tem essa pose de “nada me abala”, mas no fundo, bem lá no fundo, ela é tão mole quanto uma gelatina, tão doce quanto um pote cheio de mel e tão delicada quanto a pétala de uma rosa.